"Um homem pode equivocar-se muitas vezes, mas não se converte num fracasso até que comece a culpar uma terceira pessoa de seus próprios erros." - John Burroughs
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
Das Wetter
Depois de na noite passada só ter dormido no intervalo dos trovões e da ventania, tenho esperança que as tempestades, hoje, assolem outros domínios.
A meteorologia terá noção de que amanhã é dia de trabalho?
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
No tempo dos castelos
Hoje, informaram-me que eu tinha tomado uma decisão verdadeiramente medieval. Nah, não enfio o toucado!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Soneto da Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
sábado, 5 de novembro de 2011
Zafón
Terminei há pouco a leitura de O Príncipe da Neblina, o último livro publicado em Portugal de Carlos Ruiz Zafón. Adivinha-se o estilo, a escrita singela e atrativa dos títulos que se seguiram, mas prefiro, sem dúvida alguma, Marina.
Veremos!
Agora que estou quase "a deixar o governo", penso no regresso ao meu destino: leccionar. Avizinham-se dificuldades tais como o acordo ortográfico, ou o novo programa de português, que terei de ir estudar com afinco para convencer os alunos. Nada resulta numa aula se o professor não crer no que está a transmitir. Os alunos são do mais perspicaz que há e notam imediatamente se estamos a fazer frete com aquela aula ou com aquele conteúdo; são um público exigente e crítico que nos apanha ao menor deslize. Mas ainda bem!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Quase info-excluída
Sou mesmo naba na informática! Não consigo perceber porque é que a publicação anterior ficou descorada por cima das letras... E já não é a primeira vez! Significa que a minha "nabice" é crónica.
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