quinta-feira, 7 de maio de 2026

 

imagem retirada da Internet

Já tenho os documentos necessários para apresentar nas Finanças, devido à morte do meu pai. Então, ontem, dirigi-me à repartição de Finanças de Benavente, pelas 14:00H.
Num espaço promissoramente deserto, dirigi-me à irritante e castradora máquina das senhas que não permitia que retirássemos nenhuma! Perguntei, então, à única funcionária num dos balcões, como fazia para cumprir a missão que me lá tinha levado. Soube, assim, que, de tarde, só atendem com marcação e que o que ali me tinha levado só nessas condições. Como poderia eu marcar, foi a pergunta seguinte. Só o poderia fazer ligando para um número, constante numa informação afixada numa das paredes. Assim fiz e, depois de falar com uma desesperante assistente virtual, lá consegui um ser humano que, depois de explicar o que pretendia, me queria agendar para 2 de junho. Expliquei que, nessa data, já estaria fora do prazo legal para apresentar os documentos e fazer esta declaração de bens. Pois... A voz, do outro lado concordou comigo quando lhe fiz saber a data do óbito do meu pai. Já a ficar irritada e aflita, questionei da justiça desta medida que, estando eu pronta para cumprir a lei  a 6 de maio, me queria obrigar a não a cumprir devido a esta forma de trabalhar, para mim, desajustada ao tempo em que vivemos: já não há pandemia, vivemos em liberdade e democracia, o que nos permite  livre arbítrio nas nossas escolhas. 
 Fiquei a saber que posso dirigir-me a outra repartição de Finanças consegui uma miraculosa e salvadora marcação para 28 de maio!
Apetece-me imenso adjetivar este país e não é com palavras muito simpáticas!...

1 comentário:

Mário Pereira disse...

A máquina parou , deixou de tocar.