quarta-feira, 14 de maio de 2014

(Des)sonho

Sonho de uma intensidade absurda, que, incompreensivelmente,  ainda me arrepia quando o vislumbro, foi o que tive esta noite. Bem, para ser exata, foi sobre a manhã; só assim me é possível recordá-lo com tanto detalhe. 
Passou-se na casa da família do meu pai, um casarão antiquíssimo, na rua principal lá do sítio, com frescos nas paredes de algumas divisões. A casa foi vendida, claro. Herdeiros a mais com dinheiro a menos. Não pude ficar com ela pelo motivo expresso ainda agorinha. Quando não, ficaria, claro. Sempre que lá passo recordo o carinho da minha avó-tia Maria (o meu pai foi criado por ela, em casa do seu avô paterno - os mimos de avó foram todos dados por ela e não pela mãe do meu pai) que me fazia um soberbo arroz doce e, como sabia que o preferia morno e na ausência de micro-ondas, o aquecia em banho-maria. Tanta saudade, minha querida...
Pois no meu sonho, o atual dono da nossa casa (será sempre, sempre a nossa casa...) mostrava-me as remodelações e eu pasmava, sofria com elas, doendo-me as memórias. Até que acordei.
Mas todo o dia tenho mastigado esse sonho, que me magoa.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Inspiração (muitíssimo) limitada

Nestas fases de trabalho excessivo, a minha criatividade resume-se a 
corrigir;
cotações;
erro; 
...
e confesso que para referir a última palavra já tive de pensar uns bons 2 minutos!...

domingo, 11 de maio de 2014

E chorei

... com um texto livre de uma cachopa da minha direção de turma, a quem eu tenho dado nas orelhas como se não houvesse amanhã!
São palavras de bem, de otimismo e que me fazem acredita nisto tudo, gaita!

sábado, 10 de maio de 2014

Dúvida

Por que raio anda toda a gente a estender os beiços e a fingir que dá beijos nas fotos publicadas no facebook?

terça-feira, 6 de maio de 2014

Nova constatação

Ando a qualificar muito as coisas!

Macondo no Alentejo

Absolutamente sublime!

domingo, 4 de maio de 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

São como as cerejas

Um querido colega, quase amigo de há anos, publicou no Facebook umas fotos "bué, bué" antigas, de uma viagem de finalistas de 9.º ano, que aconteceu a Maiorca, em 2000 e na qual participei.
Foi um misto de emoções, para nós professores e para os "miúdos", recordando detalhes, explicando o inexplicável de então, em que foram aparecendo ex-alunos dos quais já não tinha notícias "long time a a go"! E um era amigo do outro, que conhece aquele, que está cá ou emigrado, todos saudosos, todos unidos pela alegria de nos termos "reencontrado".
Ainda duram os comentários. São como as cerejas.

Paradoxo

E hoje, ao enxaguar a sessão com o Dr. F., conclui: se eu sou assim tão fantástica como ele me quer fazer querer/crer, por que é que raio lá estou? Hum?

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Felicidade

Fui deliciosamente feliz, aqui, na minha juventude.

Pecado absurdamente delicioso