segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Diagnóstico

A consulta que o cardiologista fez na 6.ª feira à minha mãe levou-me a entender que ela não é eterna, que posso perdê-la, vir a enterrá-la num chão frio e escuro.
E ficarei orfã. Como tanta gente neste mundo.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Tomei a liberdade

de publicar uma foto de um talentoso fotógrafo de Alcácer do Sal, o meu chão. Falo de Sérgio Carraça. Frui, "faxavor"!

Vá de constatações

És apenas mais um motivo para a minha infelicidade...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Auto-irritação

Irrito-me a mim própria quando penso na minha capacidade de sonhar!
Vá de filmezinhos que me deixam meditabunda e cujo resultado é, tão somente, uma nova boladebilhardecontraturasstressantes no sítio do costume.
Poor silly woman!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Presentes

E o que é que podemos receber deste friozinho constante? Uma frieira na mão, claro!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Tendões dos meus ombros e pescoço


(eu até podia pensar noutras coisas, mas o enleio está a chegar-me aos neurónios!)

sábado, 31 de janeiro de 2015

Desejo de ano novo (atrasado, vá...)

gostaria de sofrer de doenças saudáveis!
(stress na cervical não me perece muito "normal"...)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O problema dos ex

Ultimamente, através das redes sociais ou pessoalmente, dirigem-se a mim ex-alunos, homens e mulheres, com ou sem moços pela mão, que me cumprimentam calorosamente e me fazem sentir muito acarinhada, sinal de que tem valido a pena levantar-me todos os dias para ir trabalhar. 
Acho é que já começam a ser "muita" velhos para serem meus ex-alunos...

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Neckless

Ando com umas dores valentes na minha cervical e dei por mim a imaginar-me sem pescoço.
Acho que gosto...

70 anos sem Auschwitz


Porque não nos podemos esquecer!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Curiosidade

Li uma entrevista de Valério Romão numa revista e, apesar do nome fadisteiro e do ar de "cientista louco", fiquei enormemente curiosa sobre os seus livros, que têm títulos inusitados como O da Joana e Da família.
E, depois, este licenciado em filosofia diz qualquer coisa parecido com isto: precisamos de uma plateia e é por isso que as pessoas sós ficam amarguradas e desatam a tratar mal toda a gente que era suposto ser a sua plateia e não faz. Meeeeeedo! O moço tocou numa das feridas!
Deu-me logo uma "enormesca" vontade de comprar todos os livros e devorá-los! Até porque, este mês, foi-me reposto 20% do meu ordenado e conto com uns maravilhosos e novos 13 euros para torrar!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Mudanças preocupantes

Lá na escola, olho em volta e não me reconheço... Já não são meus aqueles corredores, não me apetecem os colegas, os alunos, os funcionários.
Ali, onde sempre foi a minha casa, gosto particularmente da hora da abaladiça. E é triste, dói-me confirmar que um dos lugares que me preenchia, me fazia sentir útil, funcional, cresceu numa xaropada que tenho de cumprir contrariada.
Hei de falar nisto ao Dr. F.