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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Foi um gosto!


 

Fui eleita para a Assembleia Municipal de Benavente por 5 mandatos, o que perfaz 20  anos ao serviço do município.  Conheci gente muito boa de todos os quadrantes políticos, excelentes autarcas, não estando já alguns entre nós, lamentavelmente.

Terminei funções, na última assembleia do mandato, a 29 de setembro de 2025. Considero que dei o meu contributo para a cidadania ativa, sendo exemplo para as minhas filhas.

As eleições autárquicas já decorreram e outros desempenharão funções de acompanhamento e fiscalização do executivo municipal, trabalhando para melhorar esta terra em que vivemos. 

É importante participar no que a democracia nos proporciona: intervir civicamente nas nossas comunidades, seja de uma forma mais ativa - nos executivos da câmara e/ou da junta, seja de modo mais atento - nas assembleias municipais e/ou de freguesia. 

A política autárquica nada tem a ver com a política nacional e deve ser executada para além da matriz de cada partido. Afinal, tudo o que se faz, se sugere, se discute é destinado a todos nós diretamente e vai ter repercussões na nossa localidade, na nossa rua.

É urgente e necessário que os nossos jovens percebam a necessidade  de serem agentes ativos na sua comunidade e que se interessem pelo funcionamento das instituições que, em primeira instância, nos regem. 

É desejável que os autarcas que brevemente iniciarão funções se foquem no bem comum e não valorizem tanto os "seus quintais". O voto foi muito fracionado e só com o contributo de todas as fações se poderá chegar ao equilíbrio que o povo do concelho de Benavente deseja. 

Bom trabalho! 

domingo, 19 de abril de 2020

Tende vergonha, srs políticos!

Parece que há políticos que querem ir comemorar o 25 de Abril, na Assembleia da República. 
Logo lá, na casa da democracia!
Democracia é, também, ter deveres e direitos iguais para todos. 
Gostava de ser testemunha de uma conversa entre estes políticos que defendem esta comemoração e um dos médicos, enfermeiros, assistentes de ação médica que se esfalfam a cuidar de quem precisa, nos nossos hospitais; ou o que diriam à família daquele doente que, estando internado, não pode ter visitas; sim, e às famílias de todos os que já partiram e não puderam despedir-se dos seus entes queridos; também seria interessante escutar as palavras que seriam ditas a quem tem familiares em lares e não pode ir lá visitá-los...
Venham cá a minha casa e consolem-me de já não estar com as minhas filhas há um mês e meio, porque todos temos de fazer a nossa parte para combater esta pandemia...
Tende vergonha! 
O 25 de Abril é muito, muito importante, mas a solidariedade, a comiseração e a generosidade, neste momento em que a Humanidade corre riscos desta envergadura são-no muito mais!
Tende vergonha!

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Descansa, moço!

Amanhã é um dia diferente para Portugal: os partidos que perderam as eleições vão apoiar um  novo governo.
Será isto democracia?
Pelo menos, o líder do PS pode descansar a alma - vai ser primeiro ministro!

domingo, 11 de janeiro de 2015

Mundo pós Charlie Hebdo (ou não)

Para mim, a mais atual e pertinente definição de harmonia:

domingo, 9 de novembro de 2014

1989

...tinha eu 25 anos e pensava que mundo estava arrumadinho, entre o leste e o ocidente.
Aliás, na faculdade, aprendíamos as grandes diferenças entre a DDR e a BRD, sendo que pouquíssimos de nós tinham ainda visitado a Alemanha de leste. 
Lembro-me que a minha filha mais velha tinha pouco mais de 7 meses e eu fazia estágio na Escola Secundária Josefa de Óbidos. Tinha uma turma de 8.º ano de português e um 10.º ano de iniciação de alemão. Foi o último ano em que lecionei alemão e a queda do muro tocou-me particularmente.
Foi uma emoção tremenda testemunhar a alegria de um povo estraçalhado pela guerra, marcado por uma divisão imposta por aqueles que arvoravam ideais de libertação. 
Caiu o muro de Berlim há 25 anos. Quantos mais persistem por aí?

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

E mais este

Ajuntamento muito prazenteiro este, que reuniu ex e atuais autarcas.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Tenacidade

Pelo menos, de falta de coerência este governo não pode ser acusado: os cortes nos ordenados são para manter independentemente das indicações do tribunal, malgré tout!
É assim "mêmo! 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Depois de uma crise económica, venham mais crises!

Ele é o PS que anda à nora, com a candidatura do outro a secretário-geral; ele é Espanha que anda à nora com a abdicação do rei...
Estou curiosa para saber qual será a próxima crise política.

domingo, 25 de maio de 2014

(Des)Eleições

Vitória da extrema-direita em França.
Por cá, ganhou o partido de António José Seguro. Pois. Vamos acreditar que Francisco Assis tem menos características-alforrecas do que o seu líder.
Dizem os doutos que o governo e o presidente da república deveriam tirar ilações.  Pois. Às tantas deviam.
E o que pensar de mais uma inquestionável vitória da Abstenção? Escolher um não-rumo será mesmo o rumo certo?
Parece que Marinho Pinto será eleito. Sorte Alberto João jardim não se ter candidatado ou seria eleito, pela certa.
Ah, e parece que na Grécia ganhou a extrema-esquerda. Pois. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Tudo de bom para a minha C.

E parabéns à minha C., a mais bonita e fantástica nova "veriadeira" do meu concelho! Fará, como sempre, um excelente trabalho e a sua ausência será, por isso, reconfortante!

Folguemos!

E assim, agora, intrevalarei da atividade política!
Após o dia de ontem, sabendo que a posição em que concorri implicaria uma não eleição, preparei-me para "descansar".
Para o partido que me apoiava, não foram eleições fáceis. O povão penalizou o partido do governo e de 2.ª força política, passámos a 3.ª
Não me entristeceu perder para a CDU; era uma inevitabilidade. Agastou-me ficar abaixo do PS que, certamente, incluiu nas suas listas pessoas com qualidades, mas que, na minha opinião, apostou em gente com a qual não me identifico. 
Retratos do país que temos!
Estou, oficialmente, de folga política.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Crendices

A sede de poder e a inveja trazem ao de cima o cinismo e a maldade das pessoas. 
Ora eu, uma senhora já com tanta antiguidade, acreditei que, quando se unem esforços, se pode fazer a diferença. 
Que parva que sou!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Ai, que nervos!

Lamento. Sim, lamento que uma manada de vândalos invista sobre homens que estão a cumprir o seu dever e que se aproveitem de uma legítima forma de luta para soltar a besta que há em si!
Assustam-me os "Arménios" desta vida que engendram greves para acabar com o governo, expulsar a troyka e que convencem os incautos de que essas são soluções. 
Não sou uma acérrima defensora do governo nem das suas políticas, que me saem caro e já não me deixam ir a concertos, por exemplo. Mas será que há efetivamente outras soluções? Será que todos no governo são maganos que nos querem martirizar, roubar, desagradar? Será que, se pudessem, não seria muito mais fácil para os nossos governantes nos darem o que nós queremos? Sem troyka, teria eu o único ordenado da minha casa, ao fim do mês?
Irritam-me os ignorantes!

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

quarta-feira, 25 de abril de 2012

25 de Abril

Quando aconteceu o 25 de Abril de 1974, eu tinha 9 anos. Faço parte da geração intermédia, ou seja, vivi o acontecimento, mas ele para mim não teve, na altura, o significado que lhe deram as gerações mais velhas. Parece-me, então, que a responsabilidade é maior: temos de preservar os seus ideais sem os ter sentido na pele. Não é impossível, é mais difícil. Quando falo do 25 de Abril às minhas filhas, elas percebem que o vivi, mas que não o senti. 
Muitos portugueses já nasceram em liberdade e não se dão conta do que é não a ter. Costuma dizer-se que só se dá valor a algo depois de o perdermos. Esperemos que não, que as gerações mais novas preservem sempre o estado de direito fruto da revolução dos cravos.
Viva o 25 de Abril! Viva Portugal!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Será?

Começo a ver Medina Carreira, na TVI24, à segunda feira e sinto-me logo deprimida. Tenho a impressão que foi para não  o ver que José Sócrates está a viver em Paris...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Vivendo

Caminhando cá pelo burgo, ao final da tarde, na companhia das amigas Q. e T., apesar do vento, distraída pela conversa e divertida com as larachas, delicio-me sempre com o colorido de um arbusto, o viço de um canteiro, a dignidade de uma árvore. Tenho de começar a levar comigo a máquina fotográfica para fazer um outro registo estas minhas sensações.
Amanhã, convocada para a reunião da Assembleia Municipal, não poderei caminhar, apenas contorcer-me de dor na cadeira por tantas horas de sessão . Resta-me observar, intervir, aprender, pasmar com as alarvidades por vezes referidas e fruir esta outra vertente da minha vida.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Incongruências

Impressionante o facto dos principais partidos políticos acharem as medidas da troika (não acho piadola nenhuma a esta denominação; faz-me lembrar uma marca de esquentadores - "Esquentadores Troika e o seu banho: uma relação feliz!") para a "ajuda" externa como sendo suas e vitoriosas: o PS refere que lá está o PEC 4 escarrapachado; o PSD e o CDS afiançam que foram as suas sugestões que imperaram. Cá estaremos nós... para pagar.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Fumo algo branco. Cremezinho, vá.

Parece que, afinal, sempre vamos receber o 13.º e o 14.º mês. Acho muito estranho congratularmo-nos com o facto de irmos receber algo a que temos direito. Falta saber a que preço virá esta "ajuda". Todavia, informando disto a plebe, o 1.º ministro deu-nos a tranquilidade almejada por muitos: já podem ir gastar o dinheiro do subsídio de férias num qualquer resort no estrangeiro.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Nur sehr wenig

Ando um bocadito irritada com a política nacional. Já não chegam as dificuldades que vamos enfrentar, ainda temos de ouvir os ilustres a insultarem-se diariamente? Assez!