Chuva, trovões, o clima ideal para a minha cria mais nova ir assistir à largada de toiros! Oh doce inconsequência adolescente, vamos lá ver se não apanhas um resfriado!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Ervas
Experimentei pela primeira vez omelete de beldroegas no bar de um amigo, excelente "petisqueiro". Hoje, cozinhei eu própria uma, aproveitando as plantas aqui do quintal. Decididamente, sou fã!
Até as minhas crias apreciam esta erva. A sopa de que mais gostam, quer seja feita à moda do Alentejo (com pão, batatas e ovo), quer em puré é a de beldroegas.
Para além desta, era eu catraia e ia com a minha avó Júlia apanhar mais ervas comestíveis, típicas da cozinha alentejana: as carrasquinhas (talos de cardo, aos quais se ripam as folhas) e catacuses, uma espécie de espinafre silvestre. Todas podem ser cozinhadas em sopa, mas ainda hei-de experimentar as beldroegas em salada.
terça-feira, 26 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Bem bom!
Debaixo da amoreira, de luvas, por causa das irritantes manchas, apanhei, em simultâneo, amoras e caracóis. Os bichos foram colocados no viveiro, esperando por mais, para a inauguração da época "caracoleira"; as amoras foram cuidadosamente colhidas, arranjadas e lavadas para a confecção de um delicioso doce. É uma receita facultada por uma amiga, que me falou das virtudes do açúcar gelificante. Resulta na perfeição e já me alapardei de panquecas, carinhosamente barradas com o doce das amoras do meu quintal.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Distracções (ainda não consigo escrever de acordo com o novo acordo ortográfico...)
Estava tão distraída, mas tão distraída quando fui à casa de banho que me sentei no bidé. Acordei para a vida quando senti a friagem da porcelana...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Nur sehr wenig
Ando um bocadito irritada com a política nacional. Já não chegam as dificuldades que vamos enfrentar, ainda temos de ouvir os ilustres a insultarem-se diariamente? Assez!
Não havia necessidade
As trovoadas até nem me agastam. Não me impressionam os trovões e gosto particulamente de apreciar os relâmpagos. Só que, ontem, deambulando à tardinha com a cria mais nova pelo Freeport, não foi nada agradável ensopar no corpinho as pingas da chuva que teimava em acompanhar a trovoada. Aqui pelo meu principado, por vezes, nem chove quando troveja, mas já percebi que o meu principado possui um micro-clima invulgar e muito próprio.
Enfim, lá fizemos as compras possíveis e voltámos para casa com uma nuvem muito negra por cima das nossas cabeças.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Lufa-lufa
Ai tanto evento! Ele é a Gala do Foral, ele são os Dias da Música... Tenho andado numa fona. Mas ainda bem!
Amanhã, para descansar um pouco, vou trabalhar.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Dias difíceis
Esta altura do ano lectivo não se compadece com tendinites e outras mariquices. Lá estive eu a ler dezenas de actas - não chegou a 2 dezenas, mas com os anexos parecem-me sempre muitas mais - e fiquei toda atrofiadinha do esqueleto e dos músculos principais. Depois, lá fui fazer uma caminhada para espairecer o stress e desentorpecer as carninhas. Amanhã há mais!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Novidade
Tenho uma nova tendinite. Bem, não sei se é nova se esteve a hibernar, pois há uns 10 anos tive também o ombro direito com uma inflamação nos tendões. Se era esta ou não, ça ne fait rien, porque já fui dar-lhe uma coça de químicos numa sessão de mesoterapia. Falece pestilenta tendinite!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Pode até ser...
A propósito da decisão de Fernando Nobre, a F. diz que foi traída, mas que compreende. Ah, as mulheres!
Importante descoberta
Fernando Nobre descobriu que, sem o apoio de um partido político, é impossível intervir politicamente. Vamos aguardar as cenas do próximo episódio.
domingo, 10 de abril de 2011
Coisas bonitas
Gostei muito de "Die Faelser", um filme de Stefan Ruzowitzky que eu não conhecia. Também apreciei bastante o concerto dado pela Orquestra Ligeira do Exército, no Centro Cultural aqui do burgo.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Mea culpa
Mais do que uma crise grave, creio que o meu país enfrenta uma histeria absurda. Ainda tinha esperança que os partidos políticos se unissem objectivando o bem comum. Sim, eu sei, sou louca. Tenho destas coisas, por vezes meço os outros pela minha bitola, no entanto os responsáveis políticos esgrimam acusações, esgravatando na demagogia a culpa da situação que se vive. Eu, pecadora, me confesso: comprei mais roupa do que a que necessitava e fui ao cinema a semana passada. Mais alguém quer falar?
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Estados difíceis
Este estado de filha única e mãe única é muito desgastante. Estou hoje ainda mais cansada do que antes do fim-de-semana!
domingo, 3 de abril de 2011
Quando o tempo passa, ou não...
Agasta-me ver o meu velhote cabisbaixo e tristonho por estar fechado em casa, a recuperar do internamento. Ele que não parava nunca (estava a "bricolar", respondia sempre), vê-se agora fechado e a desejar que o tempo passe para voltar à rotina. Tenho tentado convencê-lo de que as rotinas também se alteram e que ele já não tem saúde para muitas das coisas que teimava em fazer, mas duvido que tenha conseguido. Procuro entretê-lo, contudo as nossas conversas nunca batem certo: eu não gosto de futebol, nem de caça. É penoso encarar a sua velhice, quer para ele, quer para mim.
Coincidência
Nos 3 últimos meses, sem querer, tenho 21 publicações mensais. Vou estar atenta ao número 21.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Desgostar
Neste meu caminho de subdirigir, ainda nunca tinha exercido de forma tão peremptória a minha autoridade sobre um colaborador. Aconteceu hoje e não gostei. Prefiro o diálogo, a retórica, que a minha experiência enquanto autarca me tem dado, para levar a água ao meu moinho. A situação de hoje foi de tal modo grave que não houve alternativa. Não gostei.
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